E-commerce

Já que estamos a era da internet, vamos falar sobre o comércio eletrônico, que vem crescendo a cada dia.

Dando uma definição, e-commerce é a realização de transações e transferências de fundos eletronicamente, especialmente na Internet, seja para aquisição de bens físicos ou virtuais; transação onde a troca de bens e/ou meios de pagamento é realizada através de um ambiente digital (usualmente a Internet).

A ascensão do comércio eletrônico se deve pelos seguntes fatores: cada vez as pessoas tem menos tempo, então buscam otimizá-lo; os produtos estão cada vez mais comoditizados, além da internet oferecer ampla variação de itens, e a possibilidade de customizá-los, ao contrário do que Henry Ford sobre o Ford T – “O consumidor pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto”.

O target mudou, não lidamos mais com mulheres casadas, com idade entre 35 e 45 anos das classes AB, é cada vez mais um convite para os nichos. Uma pessoa gostar de rock não diz muito à seu respeito. Rock pode ser desde alternativo até pop rock; podem ser admiradores do som ou profissionais, como diferenciar esse público?

O e-commerce tem a vantagem de ter a possibilidade de ampliar o mercado; personalizar os serviços; está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana e reduz os custos operacionais, porém, ainda apresenta alguma resistência quanto à segurança e privacidade, legislação, ainda uma considerável faixa da população economicamente ativa não está envolvida no meio digital, e principalmente preconceito pelas pessoas que não são da era 2.0.

Os consumidores online focam suas comprar principalmene em Cds, Dvds, eletrônicos, livros, ou seja, produtos que não geram alto envolvimento emocional. O ticket médio gasto em compras online é de R$ 380; o público feminino está cada vez mais inserido nesse mercado (45%); a idade varia entre 18 e 35 anos, sendo que a faixa etária acima dos 45 anos ainda é bem resistente (fonte: e-bit).Segundo o site www.e-commerce.org.br, em 2008, o e-commerce no Brasil gerou um faturamento de R$ 8,2 bilhões.

Assista o vídeo e veja que compras offline qualquer um é capaz de fazer.

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O Autor:
Lívia Cretaz. Aspirante a publicitária/ Assistente de Atendimento. Tem 3 gatos, atriz de teatro nas horas vagas, menina fofa que adora carros.

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Um Comentário para “E-commerce”

  1. Interessante o artigo. Eu trabalho em uma empresa que vende mercadoria para o Brasil dos EUA via internet e telefone. O grande problema no Brasil sao os impostos, entao muitas transacoes sao feitas por baixo do pano. Muitos tem receio em comprar pela internet pois tem medo se vao receber nota fiscal, se terao que pagar impostos extras, qual a procedencia da mercadoria, coisa que em paises que nao ha impostos tao altos, as transacoes podem ser mais abertas e portanto mais pessoas usam a internet. Acredito que os brasileiros usariam muito mais o commercio eletronico se as dificuldades tributarias nao seriam tao grande. Muitos clientes meus acabam tendo que fechar o pedido pelo telefone pois mesmo que colocamos muitas informacoes no site sempre a mais perguntas sobre o fisco brasileiro.

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